quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Cálculo Mental e Registro em Portifólio


Neste vídeo, você conhece o trabalho de cálculo mental, na área de Matemática, realizado pelo Educador Nota 10 de 2008, Ademir Pereira Júnior, de Maringá, PR.


Cálculo pensado

Explorar e compartilhar estratégias de resolução e eleger a mais adequada é uma maneira eficiente de refletir sobre o trabalho com os números

 Apresentar contas soltas e colocar meninos e meninas para pensar nas soluções sem usar algoritmos. Esse foi o desafio que Ademir Pereira Junior lançou para uma turma de 5ª série do Colégio Estadual Adaile Maria Leite, em Maringá, a 423 quilômetros de Curitiba. A ideia era levar à sala de aula o que, no dia a dia, todo mundo faz quando vai ao mercado, por exemplo. Para ele, essa seria uma forma de revelar o que está escondido nas contas armadas. "Dessa maneira, é possível explicitar as propriedades dos números e das operações e focar o ensino nos procedimentos".

sexta-feira, 18 de junho de 2010

AULA PASSEIO PARQUE ZOOBOTANICO

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A semente de manga










Era uma vez um homem que plantou uma semente de manga no quintal de sua casa. Todas as tardes, regava com carinho a semente e começava a repetir com verdadeira devoção: “Que produza pêssegos, que produza pêssegos...”. E, assim, chegou a convencer-se de que logo teria um pé de pêssegos no seu quintal.
Uma tarde, viu com emoção a terra fender-se e viu que uma cabecinha verde lutava para sair em busca dos raios do Sol.


No dia seguinte, assistiu emocionado ao milagre de uma vida que começava a brotar no quintal de sua casa. “Nasceu
o pé de pêssegos”, disse o homem com satisfação e orgulho, e até começou a imaginar que, em alguns anos, a família
poderia desfrutar de suculentos pêssegos. À tarde, enquanto cuidava carinhosamente de sua pequena árvore, falava-lhe
como a um filho e lhe dizia: “Você tem de ser um verdadeiro pé de pêssegos, bem distinto e diferente dessas árvores
de mangas vulgares que crescem silvestres e, nas épocas de colheita, enchem os quintais das casas”. 

A árvore foi crescendo, e, certo dia, o homem viu, primeiro com dúvida, depois com incredulidade e desconcerto, que
estava crescendo, no quintal de sua casa, não um pessegueiro, mas um pé de mangas. E o homem disse com irritação
e tristeza: “Não entendo como pôde me acontecer isto. Eu lhe disse tanto que fosse um pessegueiro, e você nasceu um
pé de manga!”.


Em Educação, colhemos os frutos de acordo com as sementes que plantamos, mais do que segundo as palavras, os
discursos ou sermões dirigidos aos alunos. Não colheremos frutos de criatividade com sementes comuns, cópias, memorizações.
De nada servirá que preguemos e exijamos o respeito se não o semearmos em nossas relações diárias, se não respeitarmos os alunos, os bedéis ou representantes.
Não formaremos verdadeiros cidadãos democráticos com relações autocráticas. Colheremos realmente frutos de so lidariedade com uma prática pedagógica dedicada a favorecer o individualismo (carteiras individuais, exames individuais,
trabalhos individuais, quadros de honra individuais, cada um vendo por si mesmo)?



Com frequência, pensamos que o aprimoramento das atitudes e dos valores é uma questão de conselhos e sermões
ou de despejar matéria sobre os alunos, sem perceber que o problema se associa mais à forma com que desenvolvemos
o processo educativo do que aos conteúdos. Por exemplo, se queremos alunos criativos, não será de grande utilidade
dizer-lhes uma e outra vez que eles devem sê-lo ou lhes pedir para nos recitar as características da criatividade; temos,
na verdade, de conduzir à prática educativa, a “provocar a criatividade”. E a criatividade só é provocada confrontando
o indivíduo com situações conflitantes, com problemas a resolver, com propostas imaginárias, com desafios pessoais.
Daí decorre que a ênfase educativa não deve ser meramente “educar para”, mas “educar em e para: educar na e para a
criatividade, educar no e para o trabalho, educar na e para a cidadania, educar no e para o respeito, educar na e para a
solidariedade”.

Pensamentos que nos fazem refletir a Educação

“Se andarmos apenas por caminhos já traçados, chegaremos apenas aonde os outros chegaram.”
Alexander Graham Bell
“O que faz a diferença entre um bom professor e um excelente professor não está apenas nos cursos feitos, não aparece nas teses defendidas nem nas pesquisas realizadas. Independentemente dos anos de profissão. É a paixão pelo lecionar, por estar ali todos os dias. É algo que contagia os estudantes e que não pode ser fingido.”
Julio Clebsch
“O professor precisa entender que possui um produto — ele mesmo e sua bagagem de conhecimento — e atua em um mercado formado por clientes que devem ser levados em consideração. Se seus clientes não estão consumindo ou gostando de seu produto, não pode culpá-los. Deve, sim, experimentar diferentes receitas, diferentes embalagens, diferentes formas de servir seus conhecimentos até encontrar uma que cative o mercado.”
Julio Clebsch
“Na escola, encontram-se alunos muito diferentes, que trazem consigo seus valores e seuspreconceitos. Eles veiculam o racismo, o sexismo, o nacionalismo, a intolerância religiosa ou política que adquiriram entre os colegas mais velhos ou os adultos. Os professores têm de saber instaurar o diálogo e o respeito mútuo, nãofazendo belos discursos, mas na prática, na esperança de que essa coexistência e essa compreensão do outro, se estiverem presentes durante todo o percurso escolar, serão, progressivamente, interiorizadas e aplicadas em outras esferas da vida.”
Philippe Perrenoud
“Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a suainteligência. Invista nela. Estude!”
Augusto Cury
“Uma democracia de qualidade só é possível com uma população que sabe pensar. Saber pensar inclui, entre outros ingredientes, saber ler.”
Pedro Demo

Pensando sobre a função do educador

Há muitos tipos de educadores.
Há os que morrem, que deram sua alma à instituição e transformaram-se
em bons funcionários. Deixaram-se dominar pelo dominador. Perderam
seu próprio nome, sua identidade. E por que perder o nome, a identidade de educador?
Por que se deixar ser chamada de “tia”?
Por que se deixar domesticar?
Por que se esquecer dos sonhos?
Por que aceitar a morte da acomodação?
Todo educador trabalha para a vida e/ou para a morte.
Ter consciência, lucidez dos territórios de uma e outra é fundamental. A reflexão sobre a prática e a teoria é arma de luta para o árduo enfrentamento das batalhas do dia-a-dia.

FESTA DOS PAIS 2009

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

COMEÇANDO POR NÓS!!!


Estava precisando fazer uma faxina em mim... Jogar alguns pensamentos indesejados fora, lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados...

Então tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais!

Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca dei; joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que nunca li. Olhei para os meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas... e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.

Fiquei sem paciência!... Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...

Mas lá também haviam outras coisas... e belas!!! Um passarinho cantando na minha janela... aquela lua cor de prata, o pôr do sol ... Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças.

Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas. Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!

Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se as envio para o lixão.


Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos... Como foi bom relembrar tudo aquilo!!!


Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.

Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha Capacidade de amar...


E principalmente de RECOMEÇAR...